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segunda-feira, 30 de junho de 2014

#licenciada

Ora bem, quem me vir, e relativamente ao meu aspecto (porque na realidade não me costumam dar muito mais do que 16 anos :|) diz que eu acabei agorinha mesmo o secundário....só que na realidade, hoje já sou uma mulher licenciada. Ainda não tenho fisicamente o canudo, mas ele já cá canta. Agora é esperar que as férias passem (e o quanto eu desejei que elas chegassem!) e iniciar uma nova etapa, completamente diferente. Vem aí um mestrado numa área diferente, numa cidade diferente, e com muitas coisas boas (as más fingimos todos que não existem, sim?).

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Teoricamente, eu já estou de férias. As aulas já acabaram e as idas à universidade também.
O problema é que isto na prática não é bem assim. Está quase, mas ainda não cheguei lá. Faltam fazer frequências e trabalhos e só lá para o final do mês é que a coisa está despachada.
Estou cansada disto e morta de vontade para que acabe. Preciso de férias!

segunda-feira, 24 de março de 2014

Friends will be friends

Como é bom voltar a sair com os amigos de sempre com quem já não estava há algum tempo, e perceber que tudo continua igual. Passaram-se 3 anos, cada um está a seguir o seu caminho, cada um está diferente, quer seja psicologicamente ou fisicamente, mas a essência está lá. Aquela pessoa que nós conhecemos há 9 anos atrás continua a ser a mesma de hoje. E a parvoíce também. Gosto disso. Gosto mesmo.

terça-feira, 18 de março de 2014

A roupa para a estação que vai entrar está toda demasiado bonita para o meu gosto e isso deixa-me deprimida porque quero trazer tudo (tuuuuudo também não) para casa e saio da loja de mãos a abanar. Tristezas da minha vida.

domingo, 2 de março de 2014

Chatices

Uauuuu! Que saudades que tinha de trabalhos de grupo. Que saudades que tinha de começar a novela toda do "Esta gaja está a gozar com a nossa cara", do "Esta gaja está a cagar-se para isto e nós estamos a dar-lhe a nota de bandeja", do"Mas o que é que lhe deu? Ela não era assim...".
Todos sabem do que falo. Trabalhos de grupo são sempre sinónimos de chatice. E entre o meu grupo, no último ano as coisas correram sempre tão bem, e de repente, uma pessoa passou a lixar-se para aquilo. Isto incomoda-me tanto.
Raios partam esta merda!

sábado, 1 de março de 2014

Sabes amor, eu gosto mesmo muito de ti. Gosto da forma como a nossa história começou, gosto da forma como primeiro fomos amigos, grandes amigos aliás, e de como isso evoluiu para aquilo que temos hoje. Gosto da nossa história que nem sempre foi feliz.
Sabes amor, eu gosto mesmo muito de fazer parte da tua vida, e gosto ainda mais que faças parte da minha, tendo assim o privilégio de contar com uma pessoa que tem um coração de ouro. Sabes...tu sabes que contigo sou imensamente feliz, que o meu sorriso é sincero, que o teu abraço é assim o melhor sítio do mundo. Tenho o maior orgulho de ti, por tudo aquilo que já fizeste e por aquilo que sei que farás e que lutarás para ter.
Gostar de ti é muito pouco na verdade. Temos tanta coisa em comum, e ao mesmo tempo temos algumas coisas em que somos tão diferentes. Damo-nos tão bem. Combinamos tão bem.
És o meu melhor amigo, daquelas pessoas que me conhecem extremamente bem. E és também o meu fiel companheiro.
Só fico triste por tudo isto parecer assim tão bom, e ser de facto, mas estares longe. És o meu amor.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Chuva maldita!

Fartinha fartinha mas mesmo fartinha desta chuva. Há praticamente dois meses que não pára de chover. Há praticamente dois meses que não se vê um dia completo de Sol sem ter uma estúpida, ou várias neste caso, de uma nuvem a estragar o momento.
No domingo calhou de ter acordado cedo e tive a sorte de apanhar um início de manhã absolutamente lindo. Até parecia irreal. Céu azul azul, sem uma única nuvem.
Duas horas depois, lá estavam elas a espalhar charme e a estragar tudo.
Odeio chuva. Odeio andar de guarda-chuva atrás. Odeio sentir-me também eu cinzenta com tanto cinzento. Só gosto da chuva numa ocasião: à noite, quando estou na cama debaixo das mantas e ela a bater na janela.

Hamburguerias

As hamburguerias estão na moda e, para minha infelicidade e felicidade, eu adoro que assim seja. Já experimentei algumas, não muitas. No Porto, já passei pelo Munchie e pela Baixa Burguer e em Lisboa já estive na Hamburgueria do Bairro e no Great American Disaster. Em todos eles adorei.
Adoro o conceito, o espaço que criam, os próprios hambúrgueres em si ,que não se parecem em nada aos que são vendidos no McDonald's e que por sinal eu também adoro.
Nhami.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Amanhã começa o último semestre de sempre (de sempre não, vá, da licenciatura) e promete ser difícil. Se no primeiro semestre todos notámos uma grande diferença do 2º para o 3º ano, onde a dificuldade aumentou significativamente, e onde, devo dizer, passei com distinção (curiosamente, foi o semestre em que tive melhor média de todos), agora está prestes a começar um que servirá de prova para mim, e para a maior parte das pessoas do meu curso.
Ora então, tenho um projecto para desenvolver e apresentar, um estágio a fazer durante este período e ainda tenho as cadeiras e aulas normalmente. Estou assim a começar a ter um bocadinho de medo.
Eu, infelizmente, sou uma pessoa que quando preciso mesmo de acreditar de que sou capaz e de que eu consigo fazer, entro naquela fase do "Oh meu Deus, tirem-me daqui, isto vai ser um desastre e eu não vou dar uma para a caixa".
Mas por outra lado, também tenho algumas pessoas ao meu lado, que me provam o contrário e eu tenho já começado um processo de auto-mentalização (faço isto muitas vezes) de que tudo se fará e bem.
A par disto, quero continuar a estudar quando acabar o curso, ou seja, quero tirar um mestrado e assim, sendo tenho mais esta preocupação. Ponto número um: tem de ser numa universidade pública e já agora com prestígio se puder ser. Ponto número dois: se fosse em Lisboa era assim perfeito perfeito, apesar de ter medo da mudança, de ter medo de lá estar e ter uma crise do género de Coimbra, mas era perfeito porque na minha área acho que teria muitas mais oportunidades, porque amo de coração aquela cidade linda e que me faz apaixonar por ela cada vez que lá vou, e por ter lá o meu namorado. Ponto número três: eu até já tenho um escolhido, cumpre os requisitos anteriores, parece ser um mestrado daqueles que podem abrir imensas portas, mas tenho um bocado de receio...
Bem, tenho de me safar de alguma forma, tenho de pensar muito bem...
Quanto ao facto de estar a acabar esta etapa, há um ano atrás achava que iria estar com uma nostalgia enorme e já com saudades imensas. Hoje, posso dizer-vos que não vejo a hora de ter o canudo na mão e de deixar tudo aquilo para trás, sobretudo depois deste semestre que meu deu cabo dos nervos e lveou-me ao limite (não pelos trabalhos, mas sim pelas pessoas).

domingo, 15 de dezembro de 2013

Está quase

Inspira, expiiiira....
Começa amanhã a semana do terror para mim. Espero que esta dor de garganta se vá embora, que as dores musculares que tenho nas costas não piorem, e que as frequências corram bem.
Pensamento positivo: É o último ano.

domingo, 17 de novembro de 2013

20!

E assim de repente uma pessoa chega aos 20 e percebe que a partir daqui acresce uma responsabilidade enorme. E pior, é que dizem que é sempre a andar.

domingo, 6 de outubro de 2013

Nada feito

Já tinha sabido por uma professora minha que anda sempre bem informada no assunto, que a TAP ia abrir candidaturas para a recruta de pessoal. Ontem, encontrei no facebook o anúncio deles, para pessoal de cabine.
Ora até à relativamente pouco tempo atrás, aquilo que queria era ser assistente de bordo. Porquê? Porque sempre tive um grande fascínio por aviões, alimentado pelo meu pai, que tinha como sonho ser piloto, mas que por incapacidade económica na altura não pode realizar, e como tal, ao que parece foram muitas as vezes que ele me levava para o aeroporto, ainda nos tempos em que vivia no Brasil, e ficávamos lá a ver os aviões a chegarem e a partirem. Incrivelmente, lembro-me vagamente de uma dessas vezes (opá, eu tenho uma memória da minha infância espectacular), passado uns bons anos para confirmar se tinha sonhado com aquilo ou se tinha vivido mesmo perguntei à minha mãe  se quando era pequena às vezes íamos para o aeroporto, e ela confirmou e ficou espantada por me lembrar de tal coisa, visto que, devia ter uns 3 anos...
Mas adiante, esta minha vontade de ser assistente de bordo, foi-se esvanecendo com o tempo, e eliminou-se completamente da minha vida quando no ano passado fartei-me de andar de avião e achei que se calhar aquilo não era vidinha para mim. Fico nervosa antes das viagens, durante a primeira hora de voo fico atenta a tudo e depois lá consigo relaxar um bocado, mas se há turbulência meus amigos, já pinto o pior dos filmes e como tal, esta não seria a profissão certa para mim, até porque um dia iria querer ter uma família minha e neste estilo de vida seria complicado.
Mas quando vi o anúncio bateu uma vontade cá dentro de tentar. Mesmo sabendo que aparentemente não nasci para viver a voar, mas bateu, e com o meu namorado a incentivar-me estava quase convencida a candidatar-me até que, descobri que a idade mínima era de 21 e como tal não o podia fazer e quando acabar o curso também não os terei.
O sonho da TAP continua, não para andar nos aviõeszinhos a passear mas para ficar em terra, quem sabe um dia...

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

A universidade, um pau de dois bicos

Ah e tal já estava com saudades da universidade (e estava, é um facto), mas assim que coloquei os meus dois pézinhos dentro do edifício percebi logo que queria que este ano passasse o mais depressa possível. Não sei se é por os planos que tenho (e que apesar de tudo não sei se se vão concretizar) serem bem mais excitantes do que será este último ano de curso, ou se é mesmo por viver mais um ano na mesma rotina de sempre.
Depois para ajudar a querer que isto acabe rápido, há aquela voz na sala que manda bitaites por tudo e por nada e que ao fim de dois anos, já se torna cansativa e irritante. Cala-te mulher!

PS. Por outro lado estava lá a bola de carne de comer e chorar por mais e que certamente irá deixar saudades!

domingo, 8 de setembro de 2013

Domingos à tarde

Então é assim, quando eu tenho milhões de coisas para fazer passam na tv durante as tardes de domingo filmes, alguns deles mais velhos que eu, outros que já cansam de tantas vezes que já foram transmitidos e outros que ainda não vi e quero ver. Só que, há o pequeno detalhe de ter cenas para a universidade que têm de ser feitas e como tal, filmes que é bom, nada.
Agora, que quero ocupar o meu tempo, transmitem programazinhos sem interesse, para encher chouriços, em que a única alternativa que eu tenho para o meu domingo são os canais por cabo.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Está a cair o mundo lá fora

Adoro noites de chuva e trovoada. Só faltava a matinha, o capuccino, um bom filme, e a companhia certa.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Estou com aquela sensação boa no peito. Parece que vai explodir de felicidade, de carinho e de amor. Ai ai.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Ter uma prima brasileira, que como tal fala com o sotaque de lá, que tem dois anos, está cá a passar férias e que anda para trás e para a frente a dizer:
"Papai", "Mamãe", "Oiiiiii", "É cheiroso", é extremamente ternurento e faz-me ficar completamente derretida.

domingo, 1 de setembro de 2013

Férias, um pau de dois bicos

Depois da Queima das Fitas, aquilo que eu mais desejava era poder ter um domingozinho que fosse (não que a queima tenha sido uma animação, nem ao queimódromo fui, buuuut), deitada no sofá, despreocupada com o mundo e concentrada na tv... só que não. Depois da Queima das Fitas, o meu mundo girou à volta de fotocópias, livros, e do computador (com visitas frequentes ao word e ao power point). Foi um final de semestre exaustivo fisicamente, mas sobretudo psicologicamente.
Ali nas últimas semanas de aulas, só conseguia pensar em férias e no quão boas elas seriam, como seria fantasticamente extraordinário passar 3 meses sem ter de abrir o word para começar um trabalho ou desperdiçar todo um domingo a estudar, como seria boa ir para a praia, ficar com um bronze daqueles ou ficar numa esplanada a conversar ou até mesmo combinar umas pequenas férias com os amigos (keep dreaming, little girl)
Pois bem, as férias chegaram e na realidade, já dei por mim a pensar que se calhar 3 meses de férias é muito...talvez 15 dias chegassem. É que isto de estar constantemente em casa é cansativo e chateia.
Talvez se estivesse a ter umas férias interessantes, não tivesse a mesma opinião (yup, provavelmente acharia que 3 meses não serviam para nada), mas a realidade é que este ano estou a viver uma das piores férias de sempre. Fico por casa, fui uma vez à praia e não tive grande sorte com o tempo que apanhei, não tenho saído muito daqui da cidadezinha, as amigas estão um bocadinho longe daqui, o namorado foi passar as férias com os pais noutro país e eu, basicamente passei 3 meses em "prisão domiciliária" sem ter feito grande coisa de jeito.
O que me tem tirado um bocadinho são os jogos do Facebook, o Criminal Case e o Candy Crush, confesso, que talvez esteja a ficar um bocadinho viciada naquilo, mas a verdade é que não tenho mais nada de interessante para fazer.
Admito, estou desejosa que comece a universidade. Tenho saudades daquilo. Do ritmo. Das amigas. De chegar de manhã à esplanada à frente da universidade e estar um frio desgraçado que o café ajuda a aliviar. Dos almoços. Da parvoíce. Do Porto. De quase tudo (há sempre personagens dispensáveis).

(Em Dezembro volto aqui a queixar-me a dizer que o que preciso naquele momento são de 3 meses de férias sem olhar para os livros)

domingo, 17 de março de 2013

Instagrama-me.

Estou a ficar viciada no Instagram. Salvem-me.

Viagem de finalistas

Agora que é a altura das viagens de finalistas, recordo a minha com saudade. Partimos num sábado à noite e naquela semana não andava com grande vontade e motivação de ir, mas depois, bem, depois iria arrepender-me amargamente de não ter ido. Foi uma semana fantástica onde os meus amigos foram a minha família.
Foi praia, animação, muito jogo de Uno, muito Bob Esponja, muito Real x Barcelona, muita noite (e aqui, só vai pra lá passar uma semana completamente bêbado quem quer....quem não quer aproveita ainda mais e diverte-se à grande, não vou dizer que fui uma santa, porque não o fui, apanhei a minha primeira bebedeira na viagem de finalistas, mas foi a única noite em que estive alcoolicamente feliz), e sobretudo, muita amizade. Muita, muita.
Tenho saudades daquela semana, e tenho saudades das pessoas que lá estiveram comigo.