sábado, 8 de março de 2014

Sad but true!


Mirrors

Esta música, minha gente, esta música é para mim A música. Linda, linda, linda que só ela. Transmite uma mensagem ainda mais bonita. Faz-me recordar coisas igualmente bonitas. E não sei, mas era menina para ir ao RIR só por causa disto (é um bocado idiota) e de a cantar com o Justin baby lindo, e de estar na melhor companhia de todas. Hoje, percebi também, que esta música me faz lembrar o calor. É demasiada coisa boa numa música só.

segunda-feira, 3 de março de 2014

Pensar menos


Na minha fase de teenager pura e crua, naquela idade mesmo parva e estúpida em que tenho a plena noção de que era assim um bocado insuportável e revoltada com tudo e comigo mesma (afinal ser adolescente com as hormonas todas aos saltos é isto!) para além de ter um feitiozinho do pior (algo que ainda permanece, mas muito mais light) considerava-me assim um bocado impulsiva. Era impulsiva nas coisas que dizia e nas coisas que queria fazer.
Hoje, em que já passei esta fase, não me vejo nada assim. Na verdade, ainda continuo a ser um bocadinho impulsiva nas coisas que digo, mas depende da situação. Gosto de medir bem aquilo que possa sair da minha boca. Há coisas que apesar de serem verdade podem ser ditas de uma forma violenta. Há coisas que as pessoas não querem ouvir. Há coisas que eu vou querer dizer que só me vão deixar mal a mim. Há coisas que podem ser atiradas à cara de uma pessoa (eu nestas situações prefiro ter a certeza de que aquele é mesmo o momento certo de o fazer e não de estar a desperdiçar uma oportunidade, na realidade não gosto muito de o fazer, mas bem, todos sabemos que ás vezes é impossível não o fazermos, sobretudo quando nos está entalada na garganta). E há coisas que só queremos dizer porque sim, porque estamos zangados, e na realidade aquilo não é nada do que sentimos.
É por isto que hoje, tento medir bem as palavras que uso e aquilo que digo.
Em relação  ás coisas que quero fazer, continuo a ser a mesma sonhadora de sempre. Imagino sempre mil e uma coisas, mil e um cenários, hoje com os pés bem mais assentes no chão e sem as ilusões de antigamente.
Quando pretendo entrar para algo novo na minha vida penso bastante. Tento ver bem os prós, os contras, como é que irei lidar com aquilo tudo, como será se eu falhar. Tudo. Penso, repenso, pondero, volto a pensar. Em decisões importantes sou assim.
Se por um lado acho isto bom (na medida em que temos uma maior noção de nós próprios e daquilo que queremos realmente e se estamos preparados) por outro lado acho muito mau (mil e uma dúvidas, mil e uma crises, mil e um mini ataques de pânico).
Acho que preciso de encontrar um equilíbrio que seja mais saudável. Pensar sim, mas um bocadinho menos (também não quero fazer as coisas à maluca), e deixar mais as coisas ao sabor da  vida, ao sabor das oportunidades, ao sabor da sorte e ao sabor do destino.

domingo, 2 de março de 2014

Chatices

Uauuuu! Que saudades que tinha de trabalhos de grupo. Que saudades que tinha de começar a novela toda do "Esta gaja está a gozar com a nossa cara", do "Esta gaja está a cagar-se para isto e nós estamos a dar-lhe a nota de bandeja", do"Mas o que é que lhe deu? Ela não era assim...".
Todos sabem do que falo. Trabalhos de grupo são sempre sinónimos de chatice. E entre o meu grupo, no último ano as coisas correram sempre tão bem, e de repente, uma pessoa passou a lixar-se para aquilo. Isto incomoda-me tanto.
Raios partam esta merda!

HIMYM Lessons

“Being in a couple is hard. And committing, making sacrifices, it’s hard. But if it’s the right person, then it’s (feel) easy. Looking at that girl and knowing she’s all you really want out of life, that should be the easiest thing in the world, and if it’s not like that, then she’s not the one. I’m sorry.”
 — Marshall Erikson, How I Met Your Mother

True Story!


sábado, 1 de março de 2014

Sabes amor, eu gosto mesmo muito de ti. Gosto da forma como a nossa história começou, gosto da forma como primeiro fomos amigos, grandes amigos aliás, e de como isso evoluiu para aquilo que temos hoje. Gosto da nossa história que nem sempre foi feliz.
Sabes amor, eu gosto mesmo muito de fazer parte da tua vida, e gosto ainda mais que faças parte da minha, tendo assim o privilégio de contar com uma pessoa que tem um coração de ouro. Sabes...tu sabes que contigo sou imensamente feliz, que o meu sorriso é sincero, que o teu abraço é assim o melhor sítio do mundo. Tenho o maior orgulho de ti, por tudo aquilo que já fizeste e por aquilo que sei que farás e que lutarás para ter.
Gostar de ti é muito pouco na verdade. Temos tanta coisa em comum, e ao mesmo tempo temos algumas coisas em que somos tão diferentes. Damo-nos tão bem. Combinamos tão bem.
És o meu melhor amigo, daquelas pessoas que me conhecem extremamente bem. E és também o meu fiel companheiro.
Só fico triste por tudo isto parecer assim tão bom, e ser de facto, mas estares longe. És o meu amor.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Alguém já provou aqueles cachorros do IKEA? São bons?

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Deixei de ser zombie

Ora, eu até há bem pouco tempo atrás era uma pessoa extremamente inculta no que diz respeito a maquilhagem (na verdade, ainda continuo a ser). Mas, como tenho uma grande herança dos meus pais cujo o nome é olheiras, e como tenho um estágio em breve a ser feito, em que não convém aparecer lá com uma cara de zombie e estar assim durante o dia todo, decidi, com a ajuda de uma amiga entendida no assunto, em fazer um pequeno investimento nesses produtos.
Vai daí, comprei base, pó, blush, corrector de olheiras (que faz verdadeiros milagres!) e comecei a aventurar-me nesta área.
Sempre tive e continuo a ter  um grande pé atrás com a base, por isso não a tenho usado e só pretendo fazê-lo quando for mesmo necessário. O resto passou a fazer parte da minha rotina, e é extraordinária a forma como um bocadinho de corrector, e pó, com um bom rímel, fazem a diferença e nos faz sentir mais confiantes. Não me meto em exageros, faço o mais básico e o mais natural que há.
Outra coisa neste mundo que me tem prendido a atenção são os batons. Apesar de usar poucas vezes, ando a ficar assim um bocadinho viciada em comprá-los (a minha sorte é que não me meto em loucuras e compro dos mais baratos) para usar numa ocasião especial ou então quando tiver "coragem" de sair por aí como se fosse grande.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Chuva maldita!

Fartinha fartinha mas mesmo fartinha desta chuva. Há praticamente dois meses que não pára de chover. Há praticamente dois meses que não se vê um dia completo de Sol sem ter uma estúpida, ou várias neste caso, de uma nuvem a estragar o momento.
No domingo calhou de ter acordado cedo e tive a sorte de apanhar um início de manhã absolutamente lindo. Até parecia irreal. Céu azul azul, sem uma única nuvem.
Duas horas depois, lá estavam elas a espalhar charme e a estragar tudo.
Odeio chuva. Odeio andar de guarda-chuva atrás. Odeio sentir-me também eu cinzenta com tanto cinzento. Só gosto da chuva numa ocasião: à noite, quando estou na cama debaixo das mantas e ela a bater na janela.

Hamburguerias

As hamburguerias estão na moda e, para minha infelicidade e felicidade, eu adoro que assim seja. Já experimentei algumas, não muitas. No Porto, já passei pelo Munchie e pela Baixa Burguer e em Lisboa já estive na Hamburgueria do Bairro e no Great American Disaster. Em todos eles adorei.
Adoro o conceito, o espaço que criam, os próprios hambúrgueres em si ,que não se parecem em nada aos que são vendidos no McDonald's e que por sinal eu também adoro.
Nhami.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Dia dos namorados

Este é um daqueles dias a que não acho grande piada. Nunca achei.
A verdade é que na maioria das vezes não gostava deste dia porque me sentia a maior forever alone do mundo por ver toda a gente a receber uma flor, uma carta, todos melosos e agarrados e eu ali, sozinha e abandonada. O dia 14 de Fevereiro era um dia que me deixava de certa forma triste e deprimida.
Hoje que não estou abandonada e sozinha, continuo a não achar muita piada. Ok, é giro receber uma rosa ou outra coisa qualquer, é giro dar-se algo à pessoa de quem gostamos, mas a verdade é que a mim soa a algo de forçado.
O dia dos namorados é quando um casal quiser, ou quando um dos elementos do casal quiser tornar aquele dia diferente e especial.
Hoje, estava com o meu namorado num café, e por sinal, estávamos rodeados de tantos outros casais que estavam precisamente a trocar presentes e tudo aquilo me continuou a parecer de certa forma uma obrigação.
Se troquei presentes com o meu namorado? Sim, mas muito porque comemoramos um ano de namoro e ainda não tínhamos tido a oportunidade de estarmos juntos. Desvantagens de se viver um relacionamento à distância.
Se daremos  importância a este dia? A mínima talvez, felizmente ambos temos a mesma opinião.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

PD!

Tenho de partilhar que adoro do fundo do meu coração as promoções semanais do Pingo Doce. Fazem a minha despensa/frigorífico/congelador mais bonito.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Beijinhos meus e do Enzo!


O que ando a ouvir

Vi uma publicação num blog que falava que a Shakira e a Rihanna estavam juntas num videoclip e logo fiquei curiosa ara ver o que saiu dali. Pois bem lá fui eu, e fiquei surpreendida. As duas estão a espalhar sensualidade e estão lindas de morrer, sobretudo a Shack! Em relação à música, fica no ouvido e tem feito parte da minha playlist.




Adoro, adoro, adoro!



Esta é assim daquelas músicas que a mim, me partem o coração de tão linda e triste que é.


Já está tão batida, mas é tão linda e trás-me à memória coisas tão boas <3

Linda, linda, linda. Que pena que tenho de não o ter ido ver.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Hunger Games


Junto-me assim ao grupo de pessoas que adoram e que aguardam ansiosamente que saia o próximo filme.
Amanhã começa o último semestre de sempre (de sempre não, vá, da licenciatura) e promete ser difícil. Se no primeiro semestre todos notámos uma grande diferença do 2º para o 3º ano, onde a dificuldade aumentou significativamente, e onde, devo dizer, passei com distinção (curiosamente, foi o semestre em que tive melhor média de todos), agora está prestes a começar um que servirá de prova para mim, e para a maior parte das pessoas do meu curso.
Ora então, tenho um projecto para desenvolver e apresentar, um estágio a fazer durante este período e ainda tenho as cadeiras e aulas normalmente. Estou assim a começar a ter um bocadinho de medo.
Eu, infelizmente, sou uma pessoa que quando preciso mesmo de acreditar de que sou capaz e de que eu consigo fazer, entro naquela fase do "Oh meu Deus, tirem-me daqui, isto vai ser um desastre e eu não vou dar uma para a caixa".
Mas por outra lado, também tenho algumas pessoas ao meu lado, que me provam o contrário e eu tenho já começado um processo de auto-mentalização (faço isto muitas vezes) de que tudo se fará e bem.
A par disto, quero continuar a estudar quando acabar o curso, ou seja, quero tirar um mestrado e assim, sendo tenho mais esta preocupação. Ponto número um: tem de ser numa universidade pública e já agora com prestígio se puder ser. Ponto número dois: se fosse em Lisboa era assim perfeito perfeito, apesar de ter medo da mudança, de ter medo de lá estar e ter uma crise do género de Coimbra, mas era perfeito porque na minha área acho que teria muitas mais oportunidades, porque amo de coração aquela cidade linda e que me faz apaixonar por ela cada vez que lá vou, e por ter lá o meu namorado. Ponto número três: eu até já tenho um escolhido, cumpre os requisitos anteriores, parece ser um mestrado daqueles que podem abrir imensas portas, mas tenho um bocado de receio...
Bem, tenho de me safar de alguma forma, tenho de pensar muito bem...
Quanto ao facto de estar a acabar esta etapa, há um ano atrás achava que iria estar com uma nostalgia enorme e já com saudades imensas. Hoje, posso dizer-vos que não vejo a hora de ter o canudo na mão e de deixar tudo aquilo para trás, sobretudo depois deste semestre que meu deu cabo dos nervos e lveou-me ao limite (não pelos trabalhos, mas sim pelas pessoas).
Esta tragédia que aconteceu no Meco, tem servido e muito à comunicação social para fazer das praxes um bicho muito mau e para lixar ainda mais o nome de uma universidade que tem visto a sua credibilidade ir por água abaixo. 
Eu falo pela experiência que tenho, já fui praxada em duas universidades que correspondiam a cidades diferentes. Em nenhuma das duas, me senti ameaçada em algum nível nem humilhada. Já levei com farinha, com ovos, já fiz figuras estranhas, já berrei, já cantei muito, já passei muito tempo de quatro, mas nunca assinei nada, nunca fui obrigada a estar na praxe, se estava lá era porque queria e porque estava ciente de que aquele processo era necessário para estar presente em outras actividades que me interessavam, como o cortejo (que é assim a melhor parte de todas para mim!) e porque na realidade, faz parte não de uma experiência de vida onde se aprende a respeitar as hierarquias como disseram, não vejo a praxe nesse sentido, mas sim como algo que faz parte daquela etapa e que, se entrarmos no espírito da brincadeira, se torna engraçado para nós.
Esta é a minha opinião, e há que realçar, que felizmente, na minha universidade as praxes são mais levadas para a brincadeira e que nada têm de mal, contudo eu tenho amigos que vão estando mais ou menos espalhados pelo país, e vou sabendo de histórias de praxes em que realmente nada têm a ver com aquelas que eu vivi, e nesse caso não sei se estaria disposta a fazer parte delas.
Há que haver bom senso e não se pode generalizar. Há praxes boas e divertidas? Há. Há praxes que pensam nas questões sociais? Há. Eu própria durante a praxe já andei a bater de porta em porta a pedir alimentos que mais tarde seriam doados a uma instituição na época do Natal, e sei de outras casos que andam na mesma linha. Há praxes abusivas? Há. Há praxes sem sentido nenhum? Há.
A verdade é que essas praxes parvas e levadas ao extremo são "culpa de quem não sabe praxar, são uma vergonha para o traje", como refere o rap daquele Dux do IPB.
A verdade é que se se provar que aquilo que aconteceu no Meco foi devido à praxe, há que parar para pensar sobre o tema.